546 mil
Benefícios do INSS por transtornos mentais bateram recorde pelo segundo ano seguido (INSS/ANAMT).
Desde 26 de maio de 2026, empresas com empregados CLT precisam identificar, avaliar e gerenciar riscos psicossociais no PGR. A Pulse transforma a exigência em um plano prático — técnico no papel, acolhedor na prática.
Os afastamentos por saúde mental batem recorde ano após ano — e o custo cai direto no caixa das empresas.
Benefícios do INSS por transtornos mentais bateram recorde pelo segundo ano seguido (INSS/ANAMT).
Já são concedidos por saúde mental — ansiedade e depressão lideram as licenças no país.
Só os transtornos ansiosos afastaram 166 mil trabalhadores em 2025 — e burnout já é doença ocupacional (CID-11).
Para cada R$ 1 investido em saúde mental no trabalho, a OMS estima até R$ 4 de retorno em produtividade.
Por trás de cada número há uma pessoa — e uma equipe inteira sentindo o impacto.
A Portaria MTE 1.419/2024 incluiu os fatores de risco psicossociais — como sobrecarga, assédio e falta de suporte — no gerenciamento de riscos ocupacionais (GRO). O registro é feito no PGR, o mesmo documento que já cobre os demais riscos da sua operação.
Nota: em junho de 2026, o STF suspendeu temporariamente as multas ligadas aos fatores psicossociais (ADPF 1.316). As obrigações da norma seguem em vigor.
Importante: a norma não exige laudo psicológico individual. O que se gerencia são fatores organizacionais do trabalho — metas, jornada, liderança e relações.
Inclusão dos riscos psicossociais no GRO e PGR.
Fase educativa para preparação das empresas.
Gestão dos riscos psicossociais passa a ser uma exigência para empresas com empregados sob o regime da CLT.
O Guia do Ministério do Trabalho e Emprego (2025) lista 13 fatores exemplificativos. Se algum deles soa familiar, é hora de olhar com atenção:
Do diagnóstico à documentação e ao acompanhamento contínuo — em conjunto com o seu RH e a sua assessoria de SST.
Apoiamos empresas em todas as etapas da adequação à NR-1, com uma abordagem técnica, preventiva e humanizada.
Mapeamos os fatores de risco da sua operação com instrumentos validados e escuta real dos trabalhadores.
Transformamos o diagnóstico em documentação técnica pronta para fiscalizações e auditorias.
Preparamos líderes e equipes para prevenir os riscos no dia a dia — do assédio à sobrecarga.
Prevenção não é evento único: monitoramos indicadores e sustentamos a melhoria ao longo do tempo.
Porque empresas saudáveis são mais produtivas. A gestão dos riscos psicossociais contribui para:
Enquanto muitas consultorias entregam apenas laudos ou diagnósticos, a Pulse integra Recursos Humanos, Psicologia, Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho para desenvolver soluções completas, acompanhando a empresa desde o diagnóstico até a implementação das ações e o monitoramento dos resultados.
Sem burocracia desnecessária: um processo claro, com entregas definidas em cada etapa.
Conversamos com a gestão e aplicamos instrumentos validados com os trabalhadores para mapear os fatores de risco.
Registramos tudo no inventário de riscos do seu PGR e entregamos um plano com ações, prazos e responsáveis.
Treinamos lideranças, monitoramos indicadores e revisamos a avaliação — a norma pede revisão a cada 2 anos.
Enfermeira, técnico de segurança do trabalho, psicólogos, especialistas em RH e médico do trabalho atuam juntos — a avaliação psicossocial dialoga com o PGR, o PCMSO e o dia a dia da sua operação.
Trabalhamos alinhados à NR-17 e a referências internacionais como a ISO 45003 — e apoiamos empresas que querem ir além da norma, no caminho do Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental (Lei 14.831/2024).
Sim. A exigência vale para empresas de todos os portes com empregados CLT. O MEI é dispensado de elaborar o PGR, e micro e pequenas empresas de graus de risco 1 e 2 podem ter dispensa do documento em situações específicas — mas o dever de prevenção continua para todas. A Pulse avalia o enquadramento da sua empresa no diagnóstico inicial.
GRO é o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, o processo contínuo de identificar e controlar riscos no trabalho. PGR é o Programa de Gerenciamento de Riscos, o documento que registra tudo (inventário de riscos + plano de ação). ARP é a Avaliação de Riscos Psicossociais, a etapa que mapeia fatores como sobrecarga, assédio e falta de suporte.
Não. A NR-1 não exige avaliação clínica individual. O que se avalia são fatores organizacionais do trabalho — metas, jornada, liderança, relações — de forma coletiva e, em geral, anônima.
As multas por item descumprido variam de cerca de R$ 2,4 mil a R$ 6,7 mil (tabela da NR-28) e podem se acumular em autuações múltiplas. Em junho de 2026, o STF suspendeu temporariamente a aplicação das multas, mas as obrigações continuam valendo — e o custo maior costuma ser o dos afastamentos e do passivo trabalhista.
Depende. O PGR agora precisa incluir os fatores psicossociais com metodologia adequada — apenas citá-los no documento não atende à norma. A Pulse trabalha em conjunto com a sua assessoria de SST atual, complementando o PGR com a avaliação psicossocial.
A cada dois anos, ou antes, se houver mudanças relevantes na organização do trabalho — como reestruturações, novas metas ou mudanças de jornada.
Conte com uma equipe multidisciplinar para transformar uma obrigação legal em uma oportunidade de fortalecer a gestão de pessoas e a saúde organizacional.